Distribuidores associados à ADIRPLAST se unem ao Serasa Experian no combate à inadimplência no setor e em busca de dados que ajudem a evitar os maus pagadores e contribuem com o crescimento da cadeia como um todo.
São Paulo, 11 de setembro de 2017 – A ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) organizou no último dia 25 de agosto um encontro com especialistas da Serasa Experian para que associados pudessem receber um panorama das demandas do mercado atual e as situações de risco apresentadas em decorrência da crise que assola o Brasil desde 2014. “Além dessas informações também pudemos pensar em como fortalecer a cadeia como um todo e ajudar nossos clientes a conseguirem uma gestão mais saudável de seus negócios”, explicou Osvaldo Cruz, diretor da Entec Polímeros e vice-presidente da ADIRPLAST.
O encontro girou em torno da palestra “Dinâmica da Atividade Econômica das Associadas da ADIRPLAST”, apresentada pelo consultor de segmento da Serasa, Rogério Rodrigues. “É preciso entender que é a sonegação o que atravanca a distribuição atualmente. O atacadista lida com uma taxa de lucro baixa e o ambiente de distribuição é muito agressivo. Quando se coloca no mercado mais um componente, como empresas fraudulentas, é preciso se defender. Por isso, é essencial que as empresas idôneas se organizem e estejam presentes através de suas entidades em esferas políticas para exigir mudanças nesses quesitos”, explicou Rodrigues.
O economista apresentou uma pesquisa feita com mais de 200 mil empresas pelo Brasil, na qual as demandas de crédito, a inadimplência e os riscos de inadimplência foram analisados. Por meio desse estudo é possível entender um pouco melhor o mercado atual. “A demanda por crédito, quando se compara o primeiro semestre de 2016 com o mesmo período de 2017, aponta uma queda. Contudo, os últimos meses analisados indicam uma recuperação”, disse. Rodrigues explicou que a retomada do mercado também trouxe um maior número de negativações “isso indica uma baixa da qualidade financeira dos clientes e também um maior rigor nas regras de negativações aplicadas”.
Sobre os riscos do não pagamento, Rodrigues assinalou que, no Brasil, a expectativa de inadimplência no setor de plásticos para os próximos 12 meses é alta. Isso porque, 41% dos clientes que demandam crédito do distribuidor – empresas transformadores – foram avaliados como clientes de elevado risco. “Essa situação é acompanhada por uma movimentação difusa de empresas e faixas de risco, o que exige atenção do distribuidor durante o processo de liberação de crédito”.
Diante do risco, o ADIRPLAST decidiu promover, entre seus clientes, cerca de sete mil transformadores, a maioria composta por empresas familiares de pequeno e médio porte, ações que incentivam e orientam sobre as boas práticas de gestão empresarial. “Acreditamos que a gestão aprimorada é o que pode de fato mudar a história dos pequenos e médios transformadores de plástico no país. É preciso mais atenção com mercado local e transformador fidelizado”, afirmou Osvaldo Cruz.
Soluções – As associadas à ADIRPLAST estão apresentando e divulgando para seus clientes o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast). Esta é uma ferramenta que auxilia pequenas e médias empresas do setor plástico na tomada de decisões estratégicas e controle do fluxo de caixa.
O programa realiza cálculos sofisticados e indica resultados que apontam se os investimentos previstos são realmente vantajosos ou negativos. A ferramenta é capaz de apontar ainda qual a taxa de retorno projetada para os investimentos e se é realmente interessante para o empresário tomar crédito para uma possível expansão. http://www.picplast.com.br/
Para Rubens Savioli, diretor da ADIRPLAST, essa ferramenta, aliada ao combate da inadimplência, é fundamental, principalmente em tempos de crise: “É muito arriscado para uma empresa operar o não pagamento com épocas de menores demandas. É preciso cuidado e informação para sobreviver à crise, além disso, é preciso que as empresas de nossa cadeia aprendam a pensar no longo prazo”.
Marcos Prando, diretor da Replas e associado da entidade, concorda: “Informação é essencial para os nossos negócios. Precisamos nos preparar para este semestre que já começou e para 2018 que está por vir”.
A ativação do Comitê de Crédito da ADIRPLAST será outra ação importante da entidade em parceria com o Serasa, que auxiliará os associados com a apresentação de indicadores do mercado e classificação de clientes.
A ENTIDADE
ADIRPLAST tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes de BOPP-PET e Plásticos de Engenharia. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.
Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4 bilhões em 2016. Elas responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país. Com a entrada do segmento de Plásticos de Engenharia a expectativa é que no segundo semestre do ano esse montante suba.
Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas garantem ao cliente final a qualidade do produto e dos serviços de logística e financeiro. Além disso, contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 180 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.
Empresas essenciais ao setor de plástico brasileiro, os distribuidores associados à ADIRPLAST são responsáveis pela emissão mensal de aproximadamente 25.000 notas fiscais e 80.000 duplicatas.









São Paulo, 17 de abril de 2017 – Cerca de 60% das empresas em operação no país estão inadimplentes, segundo levantamento da Serasa Experian divulgado em março deste ano. Isso significa que, das cerca de 8 milhões de empresas em operação no país, 4,9 milhões estão ‘negativadas’. Muitas delas são da cadeia de plástico. “Esse é um problema que precisamos enfrentar juntos com os transformadores de médio e pequeno porte. É preciso que essas empresas adotem práticas de gestão mais eficientes em suas empresas, do contrário, acabarão entrando em processo de falência ou recuperação judicial, do qual pouquíssimas empresas têm conseguido sair”, explica Laércio Gonçalves, presidente da ADIRPLAST.
Diante do problema, a ADIRPLAST decidiu promover, entre seus clientes, cerca de 7 mil transformadores, na maioria composta por empresas familiares de pequeno e médio porte, ações que incentivem e orientem sobre as boas práticas de gestão empresarial. “Acreditamos que a gestão aprimorada é o que pode de fato mudar a história dos pequenos e médios transformadores de plástico no país. Por isso, temos pedido que as petroquímicas entrem conosco neste desafio. É preciso mais atenção com mercado local e transformador fidelizado”, explica Osvaldo Cruz, diretor da Entec Polímeros e vice-presidente da ADIRPLAST.
O programa realiza cálculos sofisticados e indica resultados que apontam se os investimentos previstos são realmente vantajosos ou negativos. A ferramenta é capaz de apontar ainda qual a taxa de retorno projetada para os investimentos e se é realmente interessante para o empresário tomar crédito para uma possível expansão. “A solução irá beneficiar empresas que atuam em diversos segmentos”, conta José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST. Para conhecer mais sobre o programa acesse: http://www.picplast.com.br/






[/one_half]
[/one_half]
[/one_half]
[/one_half]