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Apesar das dificuldades, ADIRPLAST fecha o ano confiante

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APESAR DAS DIFICULDADES, ADIRPLAST FECHA ANO CONFIANTE

Com queda prevista de 4% no consumo de resinas plásticas no país neste ano, em relação ao ano anterior, distribuidores associados à ADIRPLAST acreditam que iniciativas de valorização às empresas transformadoras nacionais podem fortalecer a indústria do plástico no país

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Laercio Gonçalves, presidente
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Osvaldo Cruz, vice-presidente

São Paulo, 13 de dezembro de 2016 – A ADIRPLAST (Associação de Distribuidores de Resinas Plásticas) apresentou, nesta última semana, dia 8 de dezembro, em São Paulo, estudo que aponta queda prevista de 4% a 5% na comercialização de resinas plásticas no país em relação ao ano passado. O material, analisado pela 2U Inteligência de Marketing, considerou, entre outras informações, as vendas de PE’s (polietilenos) e PP’s (polipropilenos) feitas durante janeiro e setembro deste ano no Brasil, não apenas por empresas vinculadas à entidade. Não bastasse a queda deste ano, é preciso lembrar que o setor já amargava números 5% menores em 2015, quando comparado a 2014.

Considerando apenas o mercado de PE’s e levando em conta apenas o primeiro semestre deste ano, já que números totais ainda não foram consolidados, as quedas são mais acentuadas. Na comparação com mesmo período do ano passado as vendas caíram 12,2%. A explicação pode estar na importação, mas não de resinas apenas. Isso porque, apesar de as PE’s terem sido as resinas plásticas mais importadas no período, com 30% do mercado, as importações também estão caindo e devem fechar este ano ao menos 5,5% menor do que terminou 2015. A importação de produtos acabados, inclusive embalagens, além, claro, da própria diminuição de consumo no país, colaboraram em muito para esse cenário. O consumo aparente de resinas de PE’s, PP’s e PS+EPS no país em 2016 será, em torno, 4% menor que o de 2015, quando foram comercializadas 3,8 milhões de toneladas de resinas PE’s e PP’s.

Apesar do cenário negativo, associados à entidade, responsáveis por um faturamento de R$ 3,5 bilhões por ano, comemoram uma estabilidade marcante, contabilizam quase 50% do setor de varejo. Uma conquista e tanto, considerando que este é um setor extremamente pulverizado e sem regras claras de competição, no qual concorrem centenas de empresas, entre distribuidores sem bandeiras e transformadores revendedores, que apenas repassam suas sobras e têm a venda de resinas como negócio paralelo.

No mercado nacional de resinas, o varejo atende cerca de 20% da demanda. A comercialização dos outros 80% é feita diretamente pelas petroquímicas aos grandes transformadores. No entanto, o mercado é formado, quase que em sua totalidade, 80%, por pequenas e médias empresas que precisam de apoio.

Entre os diferenciais oferecidos pelas afiliadas à ADIRPLAST aos clientes, vale destacar a qualidade e procedência dos produtos, a grande gama de resinas ofertadas, com mais de 2.500 grades, assistência técnica, o financiamento das compras e a entrega em menos de 24 horas. “Nosso foco é o cliente. Não por menos abraçamos suas causas. Sabemos que quando um transformador brasileiro perde venda para as importações de produtos acabados, todos nós perdemos. Por isso, resolvemos ter uma postura mais ativa diante de temas que influenciam diretamente o nosso negócio e, consequentemente, a cadeia do plástico. Um deles é na forma como nossos clientes gerem seu negócio”, explica Laercio Gonçalves, presidente da entidade e da Activas Plásticos Industriais.

O elevado nível da administração empresarial é o que tem permitido que, apesar da significativa redução de tamanho do mercado e dos sérios inconvenientes causados pela inadimplência no setor, as empresas associadas à ADIRPLAST obtenham resultados acima da média do mercado. Por isso, gestão é uma das bandeiras da entidade, que deve promover cursos e palestras sobre o assunto para seus clientes: “Acreditamos que a gestão aprimorada é o que pode de fato mudar a história dos pequenos e médios transformadores de plástico no país. Por isso, pedimos que as petroquímicas entrem conosco neste desafio. É preciso mais atenção com mercado local e transformador fidelizado”, explica Osvaldo Cruz, diretor da Entec Polímeros e vice-presidente da ADIRPLAST.

Fábio Mestriner, professor de design de embalagens na ESPM (Escola Superior de Marketing e Propaganda), que participou do evento, acredita que a união do setor é vital para negócio e que, pelo menos do que depender do mercado de embalagens, é bom que os transformadores estejam preparados, pois não vai faltar demanda: “As embalagens são os itens mais produzidos pela indústria mundial e o plástico, que está presente em diversas categorias de produtos, tem conseguido aumentar sua participação ano após ano. Hoje já está presente em mais de 40% desses itens”, finaliza.

Além da promoção às melhores práticas de gestão, são bandeiras da ADIRPLAST para 2017 a sustentabilidade e a tributação, principalmente no que se refere à equalização do ICMS entre os estados.

A entidade

A ADIRPLAST, que completa 10 anos em 2017, tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de plásticos. Seu objetivo é estreitar os laços que unem os segmentos da indústria, além de demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 3,5 bilhões, em 2015, e responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros comercializados no país.

Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas ostentam bandeiras dos produtores, o que garante ao cliente final a qualidade do produto e do serviço de logística. Além disso, contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de resinas plásticas no Brasil. Para atendê-los, emprega 180 representantes externos e mantém 150 contactcenters, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Players decisivos no setor de plástico brasileiro, os distribuidores associados à ADIRPLAST são responsáveis pela emissão mensal de aproximadamente 30.000 notas fiscais e 70.000 duplicatas.

Fotos do evento de confraternização da ADIRPLAST realizado em 08/12/2016 Celebracao2-08-12Celebracao1-08-12

Para ADIRPLAST, SIMPLICAÇÃO do ICMS é mandatória

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ICMS

A Associação de Distribuidores de Resinas Plásticas, ADIRPLAST, se posiciona e pede a reforma urgente do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Medida é essencial para gerar mercado com concorrência mais leal e com menos sonegação 

São Paulo, 11 de novembro de 2016 – O Brasil tem um sistema de arrecadação de impostos complexo e ineficiente, que aumenta os custos, gera insegurança e prejudica o crescimento da economia. O país acumula mais de 60 tributos federais, estaduais e municipais. E o custo disso é alto, aponta estudo da Doing Bussiness, entidade do Banco Mundial. Só para ter-se ideia, por aqui, uma empresa gasta, em média, 2.600 horas por ano apenas para pagar os impostos.

Dentro deste cenário, um dos impostos que causa mais “deformidades”, principalmente no setor de distribuição de resinas plásticas, é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). “Considerando apenas o Estado de São Paulo, verificamos que a diferença entre as alíquotas interestadual, de até 4%, e estadual, de 18%, quando as vendas acontecem dentro do próprio estado, é muito elevada. Isso estimula a informalidade e a engenharia fiscal. Com isso, o número de revendas aumentou e a concorrência entre os players fica desigual, uma vez que as bases de custo de uma empresa que cumpre todas as obrigações de pagamento de impostos são completamente diferentes das de outra que não adota a mesma prática”, exemplifica James Tavares, diretor da SM Resinas e associado à ADIRPLAST.

Para Wilson Cataldi, diretor da Piramidal, também associado à entidade, essas diferentes taxas de ICMS criam um ambiente propício à sonegação de imposto: “Empresas são abertas com esse intuito, com período de vida curto. Essa forma de negócio atrapalha a competividade e toda a cadeia, pois as distribuidoras que querem trabalhar de forma ética e profissional precisam investir na gestão de seus tributos”.

A dificuldade do sistema tributário é tanta que as empresas necessitam de maiores estruturas administrativas e sua complexidade traz também um risco financeiro grande para o negócio, uma vez que eventuais erros não voluntários podem significar multas elevadas”, diz Tavares.

Cataldi explica que o investimento na área tributária de uma empresa precisa ser robusto. A Piramidal, por exemplo, tem checagens feitas por software de gestão (SAP), escritório de advogados tributaristas, departamento de controladoria e, por fim, auditórias anuais: “As empresas que querem trabalhar de forma séria são muito diferentes das que nascem com o intuito de sonegar”. No entanto, são as empresas mais sérias e a sociedade que acabam por pagar os impostos. “O sistema atual de ICMS causa grandes danos não só para o negócio como para a economia brasileira. O governo precisa atuar de forma coerente e consistente”.

Para o presidente da ADIRPLAST, Laércio Gonçalves, é urgente e absolutamente indispensável uma atualização do sistema tributário do país: “A ADIRPLAST defende a simplificação do sistema tributário nacional. Não queremos prejudicar quem paga menos e conseguir benefícios em alguns estados, mas o sistema não pode continuar complexo e desigual como está hoje, já que provoca deformidades na cadeia e estimula a concorrência não leal entre as empresas. Temos a certeza que a simplificação do sistema e a harmonização das normas nos diferentes estados, com a mudança da cobrança do local de origem para o local de destino e a recuperação mais rápida dos créditos tributários, são essências para o crescimento saudável do país”, finaliza.

A entidade

A ADIRPLAST, fundada em 2007, tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a consolidação com as petroquímicas. Seu objetivo é estreitar os laços que une estes dois segmentos da indústria e demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de mais de R$ 3,0 bilhões, em 2015, e responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros comercializados no país.

Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas ostentam bandeiras dos produtores, o que garante ao cliente final a qualidade do produto e do serviço de logística. Além disso, contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de resinas plásticas no Brasil. Para atendê-los, emprega 180 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Players decisivos no setor de plástico brasileiro, os distribuidores associados à ADIRPLAST são responsáveis pela emissão mensal de aproximadamente 25.000 notas fiscais e 80.000 duplicatas.

Presença do Presidente da ADIRPLAST no IV Seminário Competitividade

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O Presidente da ADIRPLAST, Laércio Gonçalves, esteve presente no IV Seminário Competitividade realizado nos dias 22 e 23 de setembro na FIESP, onde apresentou informações sobre resultados das empresas que entraram em recuperação judicial.

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Mercado BOPP-PET busca recuperação depois de acumular queda de até 30% neste último ano

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Distribuidores de BOPP-PET afiliados à ADIRPLAST amargam um ano complicado, mas mostram como planejam recuperar um pouco das perdas neste segundo semestre.

O ano de 2016 será sempre lembrado com um dos piores anos para a economia brasileira. Quase todos os setores foram impactados, entre eles, o de distribuição de filmes BOPP (Polipropileno Biorientado) e PET (filmes de poliéster). Segundo Marcelo Prando, da Replas, distribuidora exclusivo da Videolar no Brasil, o BOPP foi muito impactado pela crise econômica no país: “Esse segmento atua muito na indústria alimentícia, de produtos de higiene pessoal, rótulos e etiquetas adesivas, que também sentiram a recessão. Nossa queda é reflete a queda nas vendas desses mercados. Assim, já contamos com números de 25% a 30% menores”, explica.

Além da crise, Rubens José Savioli, da Polymark Embalagens, distribuidora de BOPP, diz que a maior oferta que demanda também afetou os negócios. “Nos últimos anos aqui no Brasil tivemos a entrada de outros produtores, o que fortaleceu a agressividade entre as concorrências e dificultou à valorização dos melhores serviços, nivelando a qualidade por uma melhor satisfação de preços”, conta.

Cecília Vero, da TIV Plásticos, ressalta ainda que a alta do dólar e aumento dos custos também não ajudou os distribuidores brasileiros de BOPP-PET. “O mercado manteve-se muito pressionado pela combinação de queda do real e aumento dos custos, queda de atividade econômica, restrição ao acesso de capital e aperto de crédito. Tudo isso levou a um 2015 extremamente complicado (na esteira de 2014) e o 1º trimestre de 2016 mostrou continuidade desse movimento”.

Otimismo e união

Embora os dados não sejam favoráveis, os distribuidores se mostram mais confiantes para enfrentar o segundo semestre de 2016, que já apresentou uma pequena melhora nas vendas. Resultado da queda do dólar e uma aparente pausa na deterioração do cenário econômico. “Entramos em setembro já com um índice de 10% de melhora nas vendas”, comemora Prando.

Para aproveitar a onda positiva e manterem-se forte no mercado, as empresas de distribuição de BOPP-PET tiveram de passar por um realinhamento. “Cortamos drasticamente nosso custo fixo e reduzimos nossa operação em 20% do volume em relação ao que tínhamos em 2013 e 2014. Também renegociamos a totalidade de nossos contratos, descontinuamos alguns itens em nossa linha e focamos mais em produtos com maior rentabilidade”, explica Vero, da TIV Plásticos, que ainda diz ter pulverizado mais a base de clientes e apertado as restrições de crédito, além de desenvolver especialidades que atendam os clientes de forma diferenciada – tudo como forma de superar os tempos difíceis.

Na Polymark Embalagens não foi diferente. “Realinhamento de preços, otimização da oferta pela maior produtividade, ajustes no mix de produtos e no quadro de colaboradores, além da busca por produtos de maior valor agregado foram algumas ações que tomamos desde o ano passado e continuamos este ano”.

O trabalho em conjunto com as demais empresas do setor, por meio da ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins), que desempenha um papel de extrema importância, é uma dessas ações. “Já fomos associados e voltamos agora. Junto à entidade conseguimos um volume de informações e de indicadores do mercado internacional e nacional, que sempre nos ajuda a desenhar melhor as estratégias da empresa frente ao setor”, diz Vero.

Para Savioli, que se afiliou recentemente à entidade, o trabalho em grupo aumenta a visibilidade e amplia a atuação do setor no mercado.

Marcelo Prando, que também participa da diretoria da entidade, reforça a necessidade do debate e do poder do grupo: “A afiliação traz a oportunidade de conhecer e respeitar os concorrentes e, de juntos, lutarmos por pautas comuns, que tragam benefícios a todos. Estar alinhado, como associados da ADIRPLAST, e trabalhar para que medidas como a da reforma tributária e da melhoria de gestão das empresas transformadoras de plástico saiam do papel é importantíssimo”, finaliza.

Em prol de causas comuns, Adirplast trabalha por um setor mais unido em 2017

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Reforma tributária está na mira da entidade, que alega: todos perdem ao ter que administrar alíquotas diferentes, além de impostos impraticáveis. O incentivo a melhores práticas de gestão e a promoção da sustentabilidade também estão entre os objetivos da Associação

A ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) já definiu suas metas para 2017. Entre elas, a equalização do ICMS (Imposto sobre Circulação de mercadorias e Prestação de Serviço) no país é mandatória. Para Osvaldo Cruz, diretor da Entec Polímeros e vice-presidente da entidade, diferentes valores de ICMS criam deformidades na cadeia e acabam por tornar-se um obstáculo para o desenvolvimento do país: “A irracionalidade a que chegamos no Brasil, com a cobrança do ICMS, cria situações inusitadas, como a do surgimento de ‘agentes piratas’. Eles comercializam matérias-primas e ganham dinheiro na sonegação desse imposto através de vários subterfúgios, como o de importar o produto por um determinado Estado e, depois, transferi-lo para outro ou de vendê-lo dentro deste mesmo Estado, manipulando o recolhimento na medida em que transferem as mercadorias de 4% e a comercializam com 18%. Isso cria uma tremenda deformação competitiva”.

Cruz ressalta ainda que, esses e outros tipos de sonegações praticadas, ainda implicam em outro agravante, a burocracia gigantesca para se controlar toda essa contabilidade: “Isso gera um custo altíssimo para as empresas que cumprem a legislação”.

Cenário como esse, enfatiza Laercio Gonçalves, presidente da entidade e da Activas Plásticos Industriais, tem apenas promovido o acumulado de perdas em toda a cadeia de plástico, além do aumento da ilegalidade. Não por menos, a entidade coloca a equalização tributária entre seus objetivos para o próximo ano: “Estamos perdendo visivelmente competitividade ao ter que administrar um departamento inteiro apenas para lidar com contabilidade, sem falar nas perdas com logística. E isso está se tornando inviável. Precisamos nos unir e pressionar politicamente o Governo para que a reforma tributária realmente aconteça. A ADIRPLAST fará o que estiver ao seu alcance para conscientizar e mobilizar todo o setor”, afirma Gonçalves.

Melhores práticas de mercado

Além da conscientização de que é preciso se unir, os dirigentes da entidade sabem que terão que combater a ilegalidade dentro do setor, além de promover melhores práticas de gestão. “Neste próximo ano, devemos promover ações que ajudarão mais de 5.000 empresas do setor de transformação de plástico, ou seja, praticamente metade do segmento. Em nossos cursos e encontros, vamos falar sobre temas como fluxo de caixa e inadimplência, entre outros assuntos”, reforça Cruz.

Sustentabilidade

Além de resolver problemas que afetam diretamente a cadeia de fornecimento, a entidade acredita que precisa ajudar no combate à imagem negativa que se criou do plástico. “O plástico bem descartado e reciclado, quando possível, não polui. E é isso que queremos mostrar para a indústria que compõem a nossa cadeia e à sociedade”, diz Gonçalves. “Na prática, isso significa que, vamos, junto a entidades socioambientais, nos organizar para promover ações que permitam aos nossos associados e clientes oferecer soluções cada vez mais eficazes em relação ao meio-ambiente, inicialmente focando na recuperação de embalagens flexíveis pós-consumo”, explica o presidente da ADIRPLAST.

Ricardo Mason, diretor da entidade e da Fortymil Resinas Termoplásticas, ressalta ainda a importância de a associação estar sempre conectada a outras entidades e aos principais produtores de matérias-primas plásticas, catalisando discussões e levantando questões fundamentais para o setor: “Ao fortalecer toda a cadeia de fornecimento de plásticos, estamos estimulando o negócio como um todo e criando uma maneira sustentável de geri-lo”, reforça Mason.

Aproximação

Ante aos novos desafios, a ADIRPLAST convidou o gestor estratégico João Orlando Vian, reconhecido pelo seu trabalho no INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico), a se unir ao time. Vian, que também já havia prestado serviços para a ADIRPLAST, responderá pelo desenvolvimento das novas ações da entidade e pela organização das atividades promovidas por ela em 2017.

Para viabilizar as ações propostas, a ADIRPLAST busca patrocínio de empresas parceiras. “As mudanças e melhorias que todos almejamos, principalmente no elo transformador, só serão alcançadas por meio de uma forte parceria entre os fabricantes de resina plástica e os distribuidores”, finaliza Laercio Gonçalves.