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ADIRPLAST incentiva associados a participarem da rede de circularidade do plástico

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A Rede Pela Circularidade do Plástico é a primeira iniciava brasileira a favor da Economia Circular envolvendo todos os elos da cadeia estendida do plástico

A ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) está incentivando seus associados a participarem da Rede Pela Circularidade do Plástico, iniciava criada em 2008 pela Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e que atualmente tem uma governança independente e com objetivos que envolvem toda a cadeia do plástico. Para isto, a entidade promoveu uma reunião com Veridyana Borges, gestora da Rede. “Esse encontro é importante para que todos entendam as iniciavas e possam participar mais ativamente com suas empresas”, explica Ricardo Mason, da Fortmyil, associado da entidade e que já participa da Rede há alguns anos.

A Rede Pela Circularidade do Plástico hoje envolve todos os elos da cadeia: petroquímicas, recicladores, transformadores, gestores de resíduos, cooperavas e redes de varejo e bens de consumo. “O nosso objetivo é fomentar e engajar a indústria do plástico na busca por soluções efetivas a Economia Circular e transmitir isso a toda sociedade. Para isso, temos um Conselho, que é eleito a cada dois anos, formado por dois representantes de cada elo e mais os líderes de eixos de trabalho”, afirma a gestora.

Veridyana explica que atualmente a Rede trabalha tem dois objetivos bem definidos: aumentar a reciclabilidade das embalagens plásticas e ampliar a disponibilidade de materiais plásticos pós-consumo para a reciclagem. “Para isso, temos cinco eixos de trabalho: design de embalagens, logística e infraestrutura, políticas públicas, comunicação e governança. Cada qual tem seus objetivos específicos, por exemplo, dentro do eixo de design de embalagens, se debate a padronização e normatização de material PCR, entre outros”.

Ricardo Mason, que já participa da iniciava, também conta que o envolvimento das empresas nos Grupos de Trabalho e Eixos é essencial para desenvolver novas ideias e implementá-las. “A Rede acaba atuando como um Fórum, no qual dentro dos seus propósitos, as ações são mais direcionadas. O espírito é que as empresas participem e contribuam para resolver os gargalos de hoje e ainda para melhorar a imagem do plástico”, conta.

A Rede Pela Circularidade na prática

Entre muitas ações que a Rede já trabalha vale o destaque para o projeto “RETORNA” – que indica o Índice de reciclabilidade. Esta é a primeira ferramenta online e gratuita que calcula o índice de reciclabilidade das embalagens plásticas e que tem como base o cenário brasileiro além das especificidades de cada região. Por meio de um questionário de 3 etapas, o programa avalia a embalagem da sua empresa usando notas que vão de A até E.

Para conhecer mais sobre a Rede Pela Circularidade acesse:
www.redeplasco.com.br

ADIRPLAST é apoiadora da feira plástico Brasil

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A Feira Internacional do Plástico está de volta de forma presencial. A Plástico Brasil, que acontece entre os dias 27 a 31 de março, também trará debates e diversas atrações que focam na troca de experiências de diferentes segmentos do mercado

A ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) é uma das entidades apoiadoras desta edição da Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico, que acontecerá entre 27 e 31 de março, no São Paulo Expo. “Este será um dos eventos mais importantes para o mercado do Plástico. Além do reencontro depois da pandemia, a organização da feira preparou uma série de atividades que vem de encontro com a necessidade de todo o setor”, explica Laercio Gonçalves, presidente da ADIRPLAST.

Esta edição da Plástico Brasil abrangerá em seus 40.000 m² de exposição mais de 800 marcas brasileiras e internacionais, que apresentarão seus produtos e soluções inovadores, promovendo a sinergia com profissionais e visitantes. “O mercado poderá conhecer o que há de mais novo em tecnologias e soluções em produtos básicos e matérias-primas, maquinários, equipamentos e acessórios, ferramentas e moldes, resinas sintéticas, processadores de plásticos, instrumentação, controle e automação industrial, robótica, projetos e serviços técnicos, reciclagem, entre outros. Para tanto, são esperadas empresas do Brasil, Alemanha, Argentina, Áustria, Canadá, China, Estados Unidos, Hungria, Índia, Itália, Israel, México, Portugal, Suécia, Suíça, Taiwan e Turquia”, conta a show director do evento, Liliane Bortoluci.

Além da área de exposição, a Plástico Brasil 2023 também contará com áreas exclusivas para conteúdo, com a participação de especialistas nacionais e internacionais, em uma programação exclusiva sobre variados temas voltados aos plásticos, como matérias-primas, inovações em engenharia, equipamentos e maquinários, tecnologia e sustentabilidade.

Uma das atrações de destaque é a SMED, que é uma iniciativa da Plástico Brasil em parceria com as empresas Stäubli e Romi, e apoio da Previsão Presilhas e Berg-Steel. Nesta edição, os organizadores inovaram com a realização diária do Workshop: Técnicas de troca rápida de moldes e conceitos SMED, uma parceria com a Escola LF que certificará os participantes inscritos em 6 sessões diárias no evento.

Nos dias da feira também acontecerão debates importantes sobre o impacto do Plástico no mundo. “Reunimos um time de especialistas nacionais e internacionais para debaterem, junto à cadeia produtiva, a questão ambiental dos plásticos, abordando pontos fundamentais, tais como a relevância socioeconômica do material nas mais diversas aplicações, a importância de inserir o plástico como agente partícipe da preservação ambiental no processo sustentável e as inovações voltadas às matérias-primas, à engenharia, aos equipamentos e maquinários, tecnologia e processos, que promovem a qualidade de vida das pessoas”, afirma  Bortoluci.

Novidades dos associados ADIRPLAST na Feira Plástico Brasil

Grupo Activas
Stand A060

O principal foco da Activas este ano será a jornada percorrida pelo Grupo até a certificação oficial como a primeira distribuidora de resinas plásticas do mundo integrante do Sistema B. O Sistema B, ou B Corp, avalia e qualifica, segundo critérios rígidos de avaliação sustentável, as empresas que equilibram lucro nos negócios e impactos positivos nos campos social e ambiental, promovendo um sistema econômico mais inclusivo, equitativo e regenerativo.  É um dos certificados mundiais de ESG mais importantes e atualmente contempla, no Brasil, 275 empresas de vários setores.

​Cromex
Stand E070

Cromex estará presente na Plástico Brasil 2023, no stand E070, apresentando suas mais novas soluções para plásticos. Os destaques da empresa são os masterbatches com grafeno da linha GrapheX – Cromex® Graphene, que proporciona uma série de ganhos, como aumento na resistência e diminuição no consumo energético e de materiais, e a linha Act Green, Live All Colors®, que traz um pack completo de soluções para a melhoria de performance do processo e qualidade das resinas pós-consumo, viabilização da reciclagem e redução das emissões de CO2.

Tecnomatiz
Stand L030

Neste ano a Tecnomatiz completa 50 anos de atuação no mercado. Uma história longeva de matéria-prima para a indústria de transformação de plástico e incontáveis cases concretizados. A empresa é distribuidora autorizada da BASF e Lanxess. Na feira vão expor o portfólio de produtos: PA6, PA6.6, POM, PBT, blendas & compostos, PC, TPE, TPU, aditivos e diferenciais em desenvolvimentos e assistência técnica.

Vendas de associados ADIRPLAST crescem em 2022

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Em relação a 2021, o crescimento médio foi de 5,5%. A expectativa é que 2023 seja um ano bem parecido à 2022

A ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) fechou seus números referentes a 2022. Os dados mostram que o ano passado foi ligeiramente melhor que 2021.  “No geral, no que diz respeito às vendas de todos os produtos com que nossos associados trabalham (isso inclui filmes, plásticos de engenharia e resinas commodities), chegamos a um montante de 247.008 toneladas. Isso significa um crescimento de 5,5% em relação ao ano de 2021. É claro que a média não reflete os mercados individualmente, mas mesmo assim nos aponta uma melhora do mercado”, explica Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

O segmento de BOPP+BOPET foi o que apresentou o maior crescimento: 13,3% em relação a 2021. “Apesar do desânimo de boa parte do mercado, este aumento reflete a forte queda do desemprego e o aumento do poder de compra real da população empregada durante o ano de 2022. Mesmo com os altos níveis de endividamento, a população optou por reduzir o consumo de bens duráveis em favorecimento dos bens não-duráveis, com ênfase em alimentos”, explica Erasmo Fraccalvieri, da Tecnofilme. Ainda segundo o executivo, é possível notar na Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do IBGE a recuperação do setor de hipermercados e supermercados desde abril do ano passado, mesmo tendo o varejo ficado “de lado”.

Para Fraccalvieri a expectativa para o primeiro semestre de 2023 é otimista: “Dados antecedentes mostram ainda uma economia resiliente apesar dos governos. O setor de serviços mostra um certo cansaço na forte recuperação, porém ainda em expansão. A renda média deve subir substancialmente com a correção do salário-mínimo, isto traz ainda mais demanda no mercado interno. Demanda não deve ser o problema no primeiro semestre.”

O segundo segmento que mais cresceu entre os representados pela entidade foi o de commodities. O aumento apresentado no último ano em relação a 2021 foi de 4,7%. Ricardo Mason, da Fortymil, explica que o crescimento se deu na venda de PS, que subiu cerca de 16% em relação a 2021: “Nas poliolefinas, os volumes se mantiveram praticamente estáveis, o que é bastante coerente com o que estamos vendo no mercado”, conta.

No entanto, diz Mason, as expectativas para este primeiro semestre são contidas: “Acredito em um consumo morno devido a grande incerteza no mercado”. O executivo também alerta: “Devemos nos atentar a possíveis alterações nas alíquotas de importação, alteração da carga tributária em geral e em especial com as operações pouco transparentes de Manaus que vem crescendo exponencialmente.”

Já no segmento de plástico de engenharia, as vendas em 2022 ficaram quase empatadas às de 2021, com crescimento discreto de 0,6%. Gustavo Nascimento, da Krisoll, explica que, no ano passado, todos os distribuidores trabalharam com muita cautela: “Seguramos o estoque e tentamos não comprometer tanto o fluxo de caixa. Foi um ano com muitas incertezas: depois de dois anos de pandemia, com a guerra da Ucrânia que afetou muito o mercado europeu e chinês e consequentemente o Brasil”.

Alertas para 2023

Fraccalvieri alerta que há dois fatores de preocupação em 2023. O primeiro deles é o que se refere ao excesso de oferta: “Sabidamente, um ambiente super ofertado oferece reduções de preços e consequentemente, redução de margens para a geração de caixa”. O segundo problema, diz Fraccalvieri, é o crédito: “Empresas alavancadas estão sofrendo com a taxa de juros elevada. Segundo o Banco Central, a taxa deve permanecer alta por muito tempo, então o risco de solvência começa a apitar com mais intensidade. Sendo assim, os dois problemas formam uma combinação perigosa, baixas margens com insolvência”.

Nascimento concorda e diz que o ano de 2023 exige cautela. “Estamos em um novo governo, ainda sem muita definição de como será a nossa economia e não é a hora de assumir riscos”, conta. Ele explica que a atenção com o fluxo de caixa deve ser redobrado: “O fluxo de caixa é influenciado diretamente pela oscilação do dólar e já existem economistas prevendo grande instabilidade neste quesito”.

Laercio Gonçalves, presidente da entidade, explica que é preciso ponderação neste ano: “Muitos especialistas afirmam que 2023 não será um ano fácil – com inflação ainda alta pelo mundo, uma nova variante do Covid-19 em circulação na China, guerra na Ucrânia, aumento de preços do petróleo e crise energética. Mas acredito que  precisamos seguir trabalhando e fazendo o nosso melhor. Se manter informado e se preparar para enfrentar os problemas são tarefas importantes para qualquer empresário”, explica.

ADIRPLAST define gestão 2022-2024

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Laercio Gonçalves, da Activas, segue à frente da entidade. Objetivo é combater as desigualdades ou desequilíbrios fiscais entre distribuição e revendas. Além disso, entidade quer se tornar referência em economia circular

A ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) anuncia continuidade do trabalho de Laercio Gonçalves à frente da entidade no biênio de 2022 e 2024. A decisão foi tomada em reunião com associados no dia 17 de novembro. “É uma honra continuar como presidente da entidade. Estamos desenvolvendo cada vez mais o nosso setor e trabalhando em pautas essenciais como a sustentabilidade de nossos negócios”, comentou Gonçalves.

Segundo o presidente reeleito, a ADIRPLAST continuará trabalhando para diminuir as desigualdades ou desequilíbrios fiscais entre as empresas que atuam em distribuição e revendas. “Vamos também fortalecer a ampliação da representatividade da ADIRPLAST e investir em mais projetos de economia circular e sustentabilidade em conjunto com outras entidades”, explica.

Em 2022 a ADIRPLAST lançou o projeto Espaço Circularidade, no qual disponibiliza ao consumidor final informações sobre a Economia Circular. Os espaços estão presentes no Shopping ABC e Shopping Metrô Tatuapé. “Nesta nova gestão vamos ampliar o nosso projeto para alcançar o maior número de público possível”, conta Gonçalves.

Cecília Vero, da Nova TIV, também segue como vice-presidente da entidade. “A ADIRPLAST é de extrema importância para todo o setor do varejo tanto em resina, plástico de engenharia, masterbatch e filmes biorientados. Desde sua fundação em 2006, já desenvolvemos uma série de trabalhos, palestras e eventos que fortalecem o setor”, comenta.

Quadro diretivo ADIRPLAST biênio 2022-2024

Diretoria Executiva:

Presidente: Laercio Gonçalves – Activas

Vice-presidente: Cecília Vero – Nova TIV

Secretário: Ricardo Mason – Fortymil

Tesoureiro: Osvaldo Cruz – Entec do Brasil

Diretores:

Claudia Savioli – Polymark

João Rodrigues – Thathi Polímeros

Erasmo Fraccalvieri – Tecnofilmes

Suplentes: Silvia Regina da Silva – Premix

Marcos Fávaro – HP Chem

Conselho Fiscal:

James Tavares – SM Resinas

Marcelo Prando – Replas

Rodrigo Fernandes – Eteno

Suplente: Wagner Catrasta – Actplus

Adirplast faz novas parcerias e amplia o alcance do projeto espaço circularidade

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Com um novo parceiro de móveis de madeira plástica, a entidade deve inaugurar o Espaço Circularidade no Shopping Tatuapé e no condomínio Ilhas do Sul, em SP; além disso, estuda a ampliação do projeto em escolas

A ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins), junto ao Shopping ABC, inaugurou em o Espaço Circularidade – um local com um mobiliário de madeira plástica, fruto da reciclagem, e informações sobre economia circular. “O local foi um sucesso e tivemos um ótimo feedback de nossos parceiros, além da entidade ser procurada para novas parcerias”, conta Laercio Gonçalves, presidente da ADIRPLAST.

Com isso, o Comitê de sustentabilidade da ADIRPLAST ampliou o projeto que deve em breve ser visto em outros shoppings, além de condomínios e escolas. “A ideia é levar o nosso ambiente temático para o maior número de lugares possíveis, sempre demonstrando de forma direta e sensorial a importância da economia circular”, explica João Orlando Vian, Executivo da associação.

Para Cláudia Veigas, com especialização em administração pela FGV e mais de 25 anos de experiência com questões ligadas ao meio ambiente e uma das idealizadoras do Projeto Espaço da Circularidade, o projeto tem apresentado um alcance excelente. “Nas reuniões do Comitê com novos parceiros percebemos um grande interesse em divulgar a Economia Circular. Ainda existe uma grande carência neste tipo de informação e a entidade cumpre seu papel com a sociedade por trabalhar tão fortemente esse tema”, explica.

Os projetos que agora estão sendo desenhados e que estarão disponíveis para o público ainda neste ano são o do Shopping Tatuapé e do condomínio Ilhas do Sul, que fica em Pinheiros, em São Paulo. Mas outras possibilidades também estão sendo analisadas: “Tivemos reuniões com escolas em São Paulo para levar o tema da importância da economia circular para alunos do ensino fundamental e médio”, completa Viegas.

E os planos não param por aí. Segundo o presidente da ADIRPLAST, Laercio Gonçalves, em 2023 o Espaço da Circularidade estará presente em muito mais e diferentes estabelecimentos. “É nossa função, e de toda cadeia do plástico, levar mais informação sobre sustentabilidade para a população. É preciso desmistificar a sua imagem de “vilão” e mostrar as diferentes maneiras que ele pode ser reaproveitado”, finaliza.

ADIRPLAST fecha os números do primeiro semestre de 2022

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O volume total de resinas commodities, plásticos de engenharia e filmes biorientados distribuídos pelos associados ADIRPLAST de janeiro a julho deste ano foi de 140,272 toneladas. Um aumento de 7,5% em relação ao volume comercializado no mesmo período de 2021

A ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) informa que o volume total de resinas commodities, plásticos de engenharia e filmes biorientados distribuídos pelos seus associados de janeiro a julho deste ano foi de 140.272 toneladas. No mesmo período de 2021 foram distribuídas 130,444 toneladas, o que representa um aumento de 7,5%. “Esse é um resultado bastante importante para nossa cadeia. O segundo semestre deste ano ainda nos deixa apreensivos devido aos inúmeros fatores, como dólar, problemas de logística internacional e eleições, mas seguimos otimistas”, explica Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

Um dos mercados com mais destaque neste primeiro semestre foi o de BOPP e BOPET. Os distribuidores da ADIRPLAST deste segmento de filmes biorientados tiveram um aumento de 19% em relação ao mesmo período de 2021. Para Claudia Savioli, da Polymark, mesmo com o fluxo comercial tenso no exterior, o Brasil vem somando boas variáveis: “A indústria está aproveitando a melhora da economia pós-pandemia e a cadeia do plástico vem se comportando bem nos números, porém, ainda é um momento de cautela, mesmo com auxílio emergencial do governo, embalagens positivas e a busca pela vida mais saudável, ainda temos dificuldades com os preços e juros acumulados neste período”. Para a executiva, o segundo semestre deste ano deve seguir a mesma tendência do primeiro: “Acredito que os números continuarão em aclive, conforme a sazonalidade histórica de mercado”.

Entre os distribuidores de plástico de engenharia o aumento nas vendas nos primeiros seis meses deste ano foi de 5% em relação ao 2º semestre do ano passado. “Em 2021 sofremos com a falta de matéria-prima, já este ano não tivemos este problema e os números são frutos do restabelecimento do fornecimento”, explica Osvaldo Cruz, da Entec Polímeros.

Considerando a venda das resinas commodities no primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período de 2021, o destaque fica com o PS (poliestireno), que teve um aumento de 28%, e com o PP, com 5%. “O aquecimento do consumo é fator decisivo para este aumento”, finaliza Gonçalves.

ADIRPLAST faz parceria com shopping sustentável

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O primeiro Espaço Circularidade projetado pela ADIRPLAST estreou em junho no Shopping ABC. A escolha do local foi estratégica, já que a região concentra grande parte dos transformadores de plástico de São Paulo, além disso, o local já conta com projetos de economia circular

A ADIRPLAST, em conjunto com o Shopping ABC e a EcoWood Soluções Sustentáveis, irá ampliar o Espaço Circularidade inaugurado no final de junho no Shopping ABC. “Recebemos um feedback muito positivo de clientes do shopping que ficaram surpresos ao descobrirem que os móveis do lounge eram todos fruto de plástico reciclado. O sucesso, após um mês, foi tão grande que estamos ampliando o Espaço Circularidade com mais mobiliário e informações sobre economia circular”, conta Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

O local, que na verdade é um lounge, equipado com móveis fabricados a partir de plásticos pós-consumo reciclados, tem o objetivo de surpreender os visitantes, e convidá-los a refletir sobre a Economia Circular ao informá-los de que tudo o que compõe o ambiente é o resultado do descarte correto dos plásticos para a reciclagem, explica Gonçalve: “Tal fato, não fosse mencionado, jamais seria percebido”. Em outras palavras, o projeto pretende sensibilizar os visitantes sobre a importância da participação de cada cidadão na destinação correta dos materiais recicláveis na transição para a Economia Circular.

O espaço é fruto do trabalho do Comitê de Sustentabilidade da ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins), que começou o ano de 2022 com a certeza que era preciso levar ao conhecimento do grande público a importância da economia circular. Para isso, a entidade desenhou um projeto com o objetivo de atingir o maior número de pessoas possíveis. “Criar um ambiente temático, no qual o tema reciclagem não é apenas abordado de forma direta, através da linguagem, mas também de forma sensorial foi a nossa base. O segundo passo foi encontrar um shopping parceiro que viabilizasse esse espaço, mas que também tivesse a sustentabilidade em seu DNA”, explica João Orlando Vian, Executivo da associação.

Para Silvia Piedrahita Rolim, engenheira química e especialista em Gestão Ambiental e uma das idealizadoras do Projeto Espaço Circularidade, escolher um local que tivesse ações relacionadas à economia circular foi uma das prioridades. “Ao contatar shoppings em São Paulo nos chamou a atenção às práticas já realizadas no Shopping ABC. Além de estar em Santo André, região que concentra inúmeros transformadores de plástico, o centro comercial conta com coleta seletiva, compostagem e outras ações além das expectativas”, explica.

O Shopping ABC, que fica em Santo André, recebe por mês uma média de um milhão de pessoas. Além de contar com um grande público, o local é certificado internacionalmente por estabelecer o consumo de 100% de energia limpa (renovável), concretizado pelo chamado Selo Energia Limpa, nos anos de 2020 e 2021. “A certificação nos mostra que estamos no caminho certo neste importante compromisso de ser um shopping sustentável e preocupado com o meio ambiente, inclusive trabalhando outras ações e iniciativas de conscientização tanto com nossos lojistas quanto com clientes”, enfatiza o gerente de operações do shopping, Joelmir Oliveira.

Uma das ações do Shopping ABC que mais chamou a atenção do Comitê de sustentabilidade da ADIRPLAST é a Ecoloja. O local é ponto de descarte de itens como lâmpadas fluorescentes, mistas e incandescentes, com mais de 200 itens arrecadados neste ano, 22 eletrônicos, 500 cápsulas de café e pelo menos 100 litros de óleo.

Ao passar pela Ecoloja, os clientes ainda podem levar para a casa sacos biodegradáveis de adubo, gerado pela compostagem do lixo orgânico da praça de alimentação. O fertilizante, além de distribuído aos clientes, é utilizado no paisagismo do centro de compras, feito com plantas naturais interna e externamente. “A iniciativa faz parte do projeto de Gestão de Resíduos, que desde janeiro de 2019 incentiva o descarte consciente do lixo. Após a coleta, o empreendimento direciona o material para uma máquina de compostagem acelerada, instalada na própria dependência do shopping”, sinaliza o gerente de operações.

Até maio deste ano, o empreendimento gerou mais de 355 toneladas de lixo, desse total, pelo menos 179 toneladas de lixo são recicladas e 67 vão para a compostagem.

Espaço da Circularidade
Data:
a partir do dia 24 de junho
Horário: das 10h às 22h
Local:
Piso 1, em frente ao posto da Polícia Federal

Shopping ABC
Endereço:
Av. Pereira Barreto, 42, Vila Gilda – Santo André – SP
Telefone e WhatsApp: (11) 3437-7222 e (11) 95691-0070
Estacionamento visitantes:
Carros 11 reais até 3 horas + 2 reais por hora adicional ou fração

Distribuidores de BOPP e BOPET veem um ano estável

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Associados ADIRPLAST do segmento de filmes biorientados fecham os quatro primeiros meses deste ano com resultados semelhantes a 2021. A expectativa agora é de um pequeno aquecimento no segundo semestre

Até agora o ano tem se mostrado estável para os associados ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) do segmento de BOPP e BOPET. As vendas de janeiro a abril somaram 9853 toneladas, volume 1.8% maior do que o obtido no mesmo período de 2021. Essa seria uma notícia positiva, não tivesse o setor amargado no ano passado uma queda considerável em suas vendas. Considerando o varejo de BOPP e BOPET, foram comercializadas no país no ano passado 39 mil toneladas desses insumos. Em 2020, esse número chegou a 48 mil toneladas, sendo os associados da ADIRPLAST responsáveis por, em média, 75% desses valores. Para a vice-presidente da entidade, Cecília Vero, da Nova TIV, tanto o volume quanto as margens de ganho neste ano estão muito abaixo do esperado. “Entraves, demanda fraca, recessão e inflação impactam diretamente no poder de compra do consumidor final e isso tem refletido nos resultados destes primeiros quatro meses”, explica.

Para Erasmo Fraccalvieri, da Tecnofilmes, as vendas do primeiro quadrimestre deste ano estão em linha com a realidade do varejo supermercadista brasileiro. “O principal problema é a forte contração do poder de renda das classes C, D e E. O fenômeno vem ocorrendo com muita intensidade desde o início de 2021, quem não percebeu, acabou errando as previsões”, complementa.

Cláudia Savioli, da Polymark, explica que os dois primeiros meses deste ano foram bem tímidos. “As transformações mundiais continuam impactando nos negócios e prejudicando os planos estratégicos das empresas, que hoje precisam ser elaborados para cenários de curtíssimos prazos”. Ainda segundo ela, a velocidade com que os preços dos insumos têm aumentado, além dos altos juros, preocupa e tem absorvido boa parte do foco do trabalho. “Tudo isso acarreta a perda de demanda em toda a cadeia do setor de embalagens e ainda impossibilita que as empresas consigam repassar os custos extras que têm”, desabafa.

Osvaldo Coltri, diretor presidente da Vitopel, fornecedor de muitos dos associados ADIRPLAST, explica que quando a economia está menos aquecida e o consumidor está com o bolso mais fraco, há um menor volume para embalagens de alimentos menos essenciais, como snacks, doces e chocolates, entre outros: “Economia fraca e povo sem dinheiro é geralmente entrave para o crescimento do setor de BOPP”. Neste cenário, alerta o executivo, é comum que as empresas que tenham clientes de menor estrutura enfrentem ainda problemas com a inadimplência.

Expectativas para o segundo semestre

Para Fraccalvieri não será um segundo semestre muito diferente. “A não ser pelos auxílios liberados pelo governo federal em abril e maio. Vemos um aquecimento nos volumes, porém sem euforia. Mesmo com o aumento momentâneo da demanda, o repasse de custos está difícil de ser implementado e a cadeia continua espremida. O foco está no posicionamento através da leitura do segundo semestre, este sim, mais desafiador”.

Os empresários do setor ainda temem que problemas que parecem ainda longe de serem solucionados, como guerra e problemas de logística, isso sem falar, claro, nos problemas políticos, fiscais e econômicos que já parecem fazer parte do cenário nacional, possam agravar ainda mais esse cenário. “Tudo parece incerto, o que inviabiliza a escolha de um só caminho para este segundo semestre. Os fluxos comerciais estão tensos e exigem paciência e conectividade entre as pessoas envolvidas. Precisamos agir de forma coerente, com participação e responsabilidade”, acredita Savioli. A executiva acrescenta: “Toda a cadeia do segmento tem a responsabilidade de trazer informações ágeis e ações em conjunto, agindo de forma coerente, com participação e comprometimento de todos e para todos”.

Para a vice-presidente da ADIRPLAST, este é um momento de atenção e de muita instabilidade. “Sentimos muita dificuldade na retomada econômica, porém   acreditamos em um segundo semestre levemente aquecido, estimulado pelos auxílios oferecidos pelo governo à população, quanto pela própria sazonalidade do período, porém com olho afiado na inadimplência / solvência das empresas”, finaliza.

Associados ADIRPLAST do segmento de plástico de engenharia preveem leve recuperação em 2022

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O total das vendas dos distribuidores de plásticos de engenharia associados à ADIRPLAST referente ao mês de janeiro de 2022 revelou um aumento de 34,8% de volume em relação a dezembro de 2021. Apesar do saldo positivo, o ano de 2022 ainda requer atenção

Os associados da ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) do segmento de Plástico de engenharia começaram o ano com o “pé direito”: um aumento de 34,8% de volume em relação a dezembro do ano passado. Mas, apesar da alta, os números representam uma redução de 30,5% em relação a janeiro de 2021.

“O ano passado foi melhor comparado a 2020. Tivemos uma retomada, mesmo que mais devagar, das importações e a regularização do fornecimento das petroquímicas globais. Para 2022 temos expectativa de crescimento da produção de automóveis, produtos médico hospitalares, embalagens multicamadas e peças técnicas. Os plásticos de engenharia estão em todos os setores quando demandam especificações mais detalhadas. Mas mantemos um otimismo, embora moderado, em relação a este segmento, que requer atenção”, diz Laercio Gonçalves, presidente da entidade e diretor da Activas.

A questão da importação foi sentida por todos associados do segmento. Para João Rodrigues, da Thathi Polímeros, o ano de 2021 trouxe pendências de plásticos de engenharia como POM, PA6, PA66 e PBT. “Essas dificuldades permanecem por todo ano e devem continuar em 2022 com resinas POM e PA66, mas com menor impacto em PA6 e PBT. Além disso, a matéria-prima auxiliar como as fibras de vidro também tiveram baixa oferta local dos fabricantes, nos obrigando a importar. Isso de alguma forma contribuiu para limitar os resultados na produção de compostos locais”. Mas Rodrigues afirma que por outro lado também houve um ganho com a estratégia de importar poliamidas e poliéster. “Tivemos uma atuação importante em 2021 e fomos capazes de atender a praticamente todos os clientes sem crise de abastecimento e atrasos sistemáticos de programações de entrega”, explica.

A dificuldade das importações também foi sentida pela associada Entec. De acordo com Luiz Squilante, gerente de vendas da distribuidora, o problema aconteceu por diversos fatores. “muito em função do mau tempo que atingiu os EUA no início de 2021, mas também por problemas logísticos como, por exemplo, dificuldade de encontrar navio disponível, lead time extremamente longos, altos custos de frete, container etc”.

Mas um ponto positivo de 2021 precisa ser ressaltado. Segundo Joel Pereira de Araújo, da Master Polymers o mercado está ficando mais técnico. “Hoje a procura por especialidades está aumentando. As características técnicas do produto passaram a ser mais importantes que o preço. Novos desenvolvimentos estiveram mais voltados a diferenciação e qualidade/durabilidade do produto para um consumidor mais exigente”, explicou.

Mas o que esperar de 2022?

Para Fabricio Bento, da Polyfast, existirá um pequeno crescimento em relação a 2021. “Mas ainda existem muitas incertezas, pois estamos em um ano de eleições. Além do que, acreditamos que no primeiro semestre ainda teremos indisponibilidade de produto, preços elevados e demanda reprimida, que em nossa análise, é a maior vilã do esperado pífio crescimento do setor para 2022”.

Já Rodrigues é mais otimista: “os contatos externos diretamente com grandes empresas químicas exportadoras desses polímeros e agentes exportadores, nos abrem perspectivas otimistas tanto pela oferta quanto pelas condições competitivas para avançarmos. Claro que por outro lado, o baixo crescimento da economia previsto para 2022 não favorece, falta de componentes no setor automotivo, queda na produção e consumo, aumentos nos preços dos combustíveis e energia, taxas de desemprego ainda altas, afetam o ânimo de que tanto precisamos”.

Para Squilante haverá uma melhora na disponibilidade das MP. “Ainda que não de forma integral, pelos menos deverá haver mais disponibilidade de produto em relação ao ano anterior, pois já temos visto isso no ABS”.

Araújo também acredita na normalização da oferta de produto e queda dos preços a partir do segundo semestre. “Todavia o aumento do petróleo, alto custo da energia e fretes internacionais, continuam afetando a disponibilidade de produto como PA 66 e 66, bem como EVOH. O aumento de preços neste início de 2022 chega a 10% em USD no caso das Poliamidas 6 e 66”.

Adirplast fecha os números de 2021 e prevê recuperação moderada

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O volume total distribuído pelos associados ADIRPLAST, incluindo todos os produtos comercializados pelas empresas, atingiu 234.22 toneladas em 2021. Os números mostram uma redução de 46,57% em relação ao volume negociado em 2020. A diminuição era esperada.

2021 foi uma continuação do que os empresários sentiram em 2020. A dificuldade para obtenção de matérias primas e os aumentos da inflação e dos custos dos fretes são só alguns fatores que complicaram a vida dos empresários brasileiros. Entre as empresas associadas à ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) os números refletem os percalços do último ano. O volume de venda total dos associados foi de 234,22 toneladas em 2021, enquanto o total em 2020 alcançou 438.392. Isso representa uma queda de 46,57% nas vendas. “No último ano tivemos uma alta da inflação de 10%, falta de energia – não só no Brasil como no mundo, muitas causadas por desastres naturais – e um dólar alto que dificultou muito não só para os associados ADIRPLAST, mas para empresários de diferentes setores”, revela o presidente da entidade, Laercio Gonçalves.

Ainda segundo Gonçalves, a retomada, mesmo que modesta, da economia nos últimos meses evitou uma queda maior. “Fatores positivos, como aumento do Produto Interno Bruto (PIB), que ficou na casa de 4,5%, foram sentidos também pelo nosso mercado”, explica.

Assim, para 2022, Gonçalves acredita que no balanço geral deste ano seguirá essa tendência de retomada gradual dos mercados globais e brasileiro, embora ainda haja muitos desafios a serem superados. “Especialistas afirmam que teremos o crescimento de 1,5% do PIB. Além disso, o setor de embalagens prevê estabilidade com pequeno crescimento comparado a 2021. Já a oferta de resinas deverá estar um pouco acima comparada a 2021, inclusive com as oportunidades e demandas por resinas recicladas, PCRs e Biopolímeros. Ao todo, o setor de plástico deve crescer 5% esse ano”, afirma o presidente.

O otimismo moderado da ADIRPLAST é explicado devido a retomada gradual dos mercados, mas há alguns riscos possíveis para 2022. “A demanda por energia ainda é alta no mundo e as matérias-primas não vão ter seus preços reduzidos. Além disso, as 20 maiores economias do mundo têm apresentado altos índices de inflação. No Brasil, com eleições e copa do mundo à vista, o cenário estará mais claro apenas no segundo semestre”.

Laercio ainda reforça que é preciso lembrar que não voltamos aos patamares pré-pandemia do consumo global. “Nós da ADIRPLAST estamos otimistas, claro que com um otimismo moderado, mas confiantes que dias melhores virão”.